Memórias de Verão
Quando eu não minto
Nem pro outro e nem pra mim
Não fujo do que sinto
E consigo acessar o meu eu mais íntimo infinitamente e sem fim
É quando viajo, imersa, dentro do meu mundo
Que acesso as memórias que são muito da coletânea do que sou
E em transe, num estado de auto compromisso profundo
Revisito os momentos bons em que eu pude dar e receber Amor
Cruzam-se os olhares
Por teimosia
E as faltas de falas, tão singulares
Sempre serão uma bela poesia
As memórias que tenho
São um dos tesouros mais valiosos que detenho

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